sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Resultados - Janeiro de 2017




Como a maioria de vocês, meu patrimônio também deu uma bela disparada no mês de janeiro. Ao contrário de alguns, porém, não fico muito feliz. Uma sensação de mal estar, de precocidade no 'sucesso' (entendam as aspas, por favor). E, claro, aquele pensamento: que tal exercer um pouco de lucro? Mas, para que, se não necessito do dinheiro?

Nossa mente fazendo aquilo que ela faz de melhor - lembrar do quanto somos cômicos, não é?

Carteira com + 9,57% de rendimento neste mês de janeiro, utilizando o sistema de cotas. Histórico de belos 39,26% (desde fevereiro de 2015). Aliás, você blogueiro que também gosta de divulgar a rentabilidade da carteira, lembre-se de colocar a data inicial do acompanhamento. É bacana...

Como podem ver pela primeira imagem, a decolada derivou em boa parte das ações. Mas não só. Em janeiro venceu meus pré-fixados e recebi o valor combinado, além de que minhas NTBs valorizaram bastante com a queda da curva longa de juros. Em síntese, os astros ajudaram...





Mas o que justifica a súbita subida (é pra enrolar a língua mesmo) da CARD3? Sinceramente, não encontrei nada de novo que justifique tamanha boa vontade. E aqui volto com aquela vontade de vender e exercer esse lucro - para arrepiar aqueles assombrados com o dogma do 'não gire a carteira'. Mas vou com calma. Afinal, levei semanas para topar comprar essa ação. Também vou levar semanas decidindo sobre a venda. Sou lento, fazer o quê?

Banrisul (BRSR6) na mira do raio privatizador. Não acredito muito nessa possibilidade, pois o povo gaúcho é muito orgulhoso desse banco e exerceria muita pressão contra. Aqui fico tranquilo, pois se o governo quisesse zuar o banco, já o teria feito. Com ou sem privatização, pelo preço que paguei, o retorno bom está quase garantido.

Light (LIGT3) também fica. Colocaram o governo de Minas com uma pulga atrás da orelha com os boatos de privatização de CEMIG (é controladora da Light). E justo agora que a equipe está fazendo um trabalho necessário para reduzir a dívida da mineira. Assim, se ocorrer privatização, um novo controlador pode trazer mais ordem para a casa na Light. Não ocorrendo, haverá ainda mais pressão para destravar valar na carioca - seja para aumentar o lucro, seja para vendê-la.

Agora, um desabafo. São três meses sem fazer um aporte novo. Apenas reinvestindo os proventos. E isso me deixa triste, pois o ato de poupar e escolher a destinação em investimentos me traz muito prazer. Há aqueles que sentem prazer em consumir. E há aqueles que sentem prazer em poupar.

Hoje também li que o Felipe Miranda, da Empiricus, deu uma cabeçada em um outro analista do mercado financeiro. Aproveite! Clique aqui e saiba como lucrar até +200% em uma semana com isso!




sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Uma rápida percepção de São Paulo


Fiquei alguns dias fora do Brasil e na volta mais dois em São Paulo. A última vez que estive na capital, salvo engano, foi em agosto do ano passado.

Que decepção.

1 - Fiquei na região da Av. Paulista e caminhando apenas quatro quarteirões até uma cantina italiana, fui abordado três vezes. Muitos pedintes e muitos mendigos. O papo de precisar de dinheiro para comprar passagem era recorrente - "quatro real faltando para a passagem, senhor". Ele recebia um real em moedas e ia pedir aquele valor para o cidadão ao lado. Agora não seriam três reais? Rs...

2 - Na cantina italiana cai na pegadinha do couvert. O garçom me ofereceu a cesta de pães com uns patês e falou que o couvert era de R$ 12,50. Virgem que sou nessa matéria, achei que fosse o valor total da bendita cesta. Topei.

Na hora de pagar, a conta chega no valor de R$ 50,00 pelos pães - o preço era por pessoa, apesar da quantidade levar a crer o contrário rs. Pagamos esse valor por três pães fatiados e uns patezinhos. Odeio essa má-fé. Para futuras vítimas, é uma cantina italiana na Rua Haddock Lobo, com toldo vermelho. Há outras mais honestas na cidade.

3 - Peguei um táxi para ir até a rodoviária, pois estava com muitas malas para ir de metrô.

Que taxista chato! Não parou de falar um minuto. Sério, o sujeito nem parava para respirar. Aloprou Deus e o mundo e, claro, caiu na política... Apenas fiquei no hum hum. Para o meu desespero, o sujeito quase arrumou uma briga no trânsito. Achei que ele fosse parar o carro de tão nervoso que ficou quando levou uma buzinada. Acho que ele esqueceu que prestava um serviço e havia um passageiro ao lado.

4 - Muito lixo! As pessoas jogam lixo em qualquer canto das avenidas e ruas em São Paulo. E depois reclamam dos alagamentos!

Desabafo tudo isso pois sempre levo um choque ao retornar ao país após viagens internacionais. Desta vez não foi diferente. No próximo post inicio algumas observações e dicas sobre uma ilha chamada Aruba. E vou comparar com alguns serviços prestados aqui no Brasil.

Abraços!


sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Os Senhores da Razão

Em outubro a Universidade Federal de Pernambuco foi ocupada por estudantes que queriam protestar contra a PEC do teto e gastos no orçamento federal. A ocupação durou próximo de dois meses, terminando no dia 22 de dezembro. Qual o resultado dos atos? O de sempre quando envolve esses atores – depredação e violência.

Foram aproximadamente dez salas e laboratórios depredados, além dos já clássicos furtos, conforme informa um jornal de Pernambuco. Os ditos estudantes não pararam por aí, mas também picharam frases incitando a agressão e ameaçando alguns professores – entenda-se, aqueles que não se curvaram à doutrina marxista.

Uma das frases pichadas foi “Stalin Matou pouco”, justamente na sala do Professor Rodrigo Jungmann, o qual possuí estudos e produção no campo discordante com a doutrina marxista. Havia outra nesse sentido: “Mais luta, menos Lattes”.

Segundo consta em dos jornais que li, o professor Francisco Sá Barreto lamuriou a destruição do prédio e alegou que uma resposta violenta para um pensamento diferente enfraquece a todos. Concluiu que há necessidade de discussão e reflexão sobre o ocorreu. Uma bela retórica, tão só.

É sintomático o ocorrido na UFPE e em outras Universidades Federais. Um grupo bem pequeno de estudantes se acham iluminados e profetas da razão. Aquilo que eles acreditam é a verdade, única e pura, para a qual todos devem baixar as cabeças. São os discípulos de Marx e outros, para quem a divergência não deve existir. E quem ousar discordar merece um gulag.

A vida intelectual no Brasil anda difícil. Universidades tomadas pelo pensamento pasteurizado do marxismo, viúvas de uma ideologia que nunca se mostrou apta a trazer desenvolvimento e prosperidade ao homem.  São agressivos ao pensamento oposto. Tudo que tenta mostrar a visão errada que carregam são logo marcados como burgueses, capitalista, reacionários etc.

E quais as consequências? Nenhuma. Nenhum aluno expulso, nenhuma penalidade relevante, pois é “proibido proibir”. Alguma discussão sobre os estudantes profissionais – aqueles que ficam anos no mesmo curso, nada produzindo e sugando o recurso do Estado? Somos covardes.

A queima dos livros

Mas o que mais chama a atenção neste episódio, conforme denuncia Ernani Rodrigues de Carvalho, é a queima de livros considerados de “direita”. Sente-se regredindo anos na história? Pois é, eu também. Mas acalme-se, você evoluiu. Eles, sem surpresa alguma, não.

Por honestidade esclareço que não foram todas as ocupações que terminaram assim. O mais afetado foi o departamento de filosofia e ciências sociais. O ‘movimento’ também divulgou nota tentando justificar o injustificável com as razões de sempre.

Ao fim, uma frustração me resta: quais os livros de “direita” foram queimados? Estou muito curioso. Doaria o dobro, e de bom grado!


Fontes:
Folha
Diário de Pernambuco
CARVALHO, Ernani Rodrigues de. Stálin Nunca Mais!. Jornal Folha de São Paulo, edição de 06-01-2017, pg. A3.


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Mudando para o Wordpress

Há tempos não venho muito contente com o blogger. Então desde o começo do mês realizo ensaios na plataforma Wordpress.

É uma questão de gosto, e posso dizer que a outra plataforma me agradou mais. Inclusive o feed de leitura dela é muito cômodo e bem estruturado.

A partir de hoje começo a utilizar o endereço https://riscoetempero.wordpress.com/ , inclusive com uma nova postagem onde analiso o texto escrito pela senadora Gazziotin sobre o 'Estado mínimo' brasileiro (pois é!).

Aproveito para pedir ao blogueiro Uó (ábaco) e outros blogueiros que atualizem o seu feed para retirar esse blog e incluir o do wordpress.

Realizei toda a transferência de conteúdo e em breve coloco a lista de parceiros nele. Inclusive, se algum leitor tiver um blog com temas correlacionados, avise-me que coloco na lateral.

Abraço!


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Resultados - Outubro de 2016


Nada postei em outubro porque fiquei esgotado. Aumentei minha dedicação aos estudos e paralelamente continuei firme no trabalho. Tanta dedicação acarretou que meus gastos neste mês foram muito pequenos – não sai quase nada, pouco entretenimento etc. O único luxo que tive nesse mês foi comprar Civilization VI, jogo de computador pelo qual que sou apaixonado desde a adolescência. Mas pude dedicar apenas algumas horas do último sábado e domingo para ele.

Este mês a remuneração veio melhor e ainda recebi a restituição do imposto de renda. Assim, adquiri:

Inflação-2019
UGPA3 (Ultrapar)

Todos os proventos foram reinvestidos. Em novembro e dezembro apenas vou aportar os proventos. Já poupei mais que o inicialmente esperado para este ano e agora é o momento de me pagar. Se tudo der certo uma bela viagem para o caribe em janeiro.

*

Há tempos que venho cobiçando a Ultrapar. Infelizmente não a comprei naquele período de baixa sistêmica. No entanto, é um ativo em que acredito e pretendo carregar por bons anos se ela não mudar a filosofia de gestão.



Segue a valorização da carteira:

Outubro-2016: 2,06%
Anual: 25,03%
Histórico (desde fev-2015): 30,54%



Considera proventos distribuídos






Hoje acessei o feed de blogs do Abacus (Uó) e levei um susto com a quantidade de blogs sobre o tema finanças e assemelhados. Inclusive ele está fazendo uma postagem sobre isso agora. Bom ver o esforço das pessoas em construir valor para o futuro.

Uma postagem que na minha opinião merece uma leitura muito atenta é a produzida pelo blog Investidor Internacional. O blog em si já é muito bom e denso em informação de qualidade. A série “Como investir para renda no exterior” traz um conteúdo raro de se achar. Então fica a sugestão para os poucos que não conhecem o site.

Passei a tomar mais gosto pela história do dia a dia que as pessoas colocam nos blogs. Pena que eu não me sinta a vontade para tanto. Em breve aumento meu feed de blog que recomendo a leitura.

Abraços.


domingo, 2 de outubro de 2016

Resultados - Setembro de 2016






Que dia cansativo! Post rápido apenas para divulgar o avanço patrimonial.
Antes, porém, lamento que aqui na minha cidade elegemos alguns vigaristas para a câmara municipal. A única surpresa boa dessa eleição foi a surra homérica que o PT levou! Merecido.


Seguem dados:

Planilha do AdP:

Mês: 1,80%
Ano: 24,54 %
Histórica (desde feveireiro-2015): 27,91% (sistema de cotas clássico)

Controle de cotas próprio:

Mês: 1,81%
03-Agosto-2016 até setembro: 3,38%




Aporte pequeno neste mês, infelizmente. Direcionado para IPCA-19.
Reinvestimento de proventos em IPCA-50.

Carteira valorizada pelo impulso dos títulos públicos de curva mais longa e fundos imobiliários. Ações não jogaram a favor, com exceção de PARC3 e LIGT3.

Abs!






sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Agora sobre a Filosofia (ensino médio, Safatle e Fernanda Torres)


O que os nobres colegas acham do filósofo Vladimir Safatle? Pessoalmente, não sou muito fã dos seus ensinamentos. Enxergo-os sempre muito enviesados. Ou seja, tenho a impressão de que ele sempre está pronto para criticar qualquer política pública que não seja proposta por seu partido (PSOL) ou partido com viés ideológico da órbita. E creio que um passo de grande maturidade na nossa sociedade seria que passássemos a debater sobre políticas públicas, vendo-as na sua individualidade – o custo, os objetivos que visam alcançar e um rígido teste de resultados após determinado tempo. A ideia em si, seus ônus e bônus, sem falácias por causa de ter sido proposta por um partido x ou y.

Mas o leio mesmo assim. E por quê? Para evitar entrar no problema do viés cognitivo. Para evitar dormir com sossego em um berço de conforto intelectual.

Hoje, na Folha, ele escreveu um artigo intitulado “A marcha do obscurantismo”. O tema está relacionado com o que escrevi no post anterior: a reforma do ensino médio. E como queria tocar no assunto da supressão da obrigatoriedade da filosofia no ensino, aproveito o gancho. Segundo o Vladimir:

“Por fim, havia a proposta medíocre de transformar artes, educação física, filosofia e sociologia em matérias não obrigatórias. [...] De fato, para os tecnocratas a sociedade não deve precisar de cidadãos que conheçam conceitos como conflito social, desencantamento do mundo, anomia social, modernização reflexiva, ética, moral, classe, consciência, razão, estética, lógica, pensamento crítico. É verdade, para votar em Michel e sua turma, é melhor não saber nada disso”.


Curioso, não? Vejamos:

1) É um filósofo que adora um adjetivo. Um mestre na arte da adjetivação, desde que não tenha um espelho próximo;

2) Vejam o final do texto e indaguem-se: votar em Michel? O correto não seria votar na Dilma e no Michel? Não vejo como separar o pacote na urna. Mas tal detalhe sempre passa despercebido pelo colunista.

Agora faço uma pausa e comento sobre o texto da colunista Fernanda Torres, também publicado hoje na Folha e abordando o mesmo tema. Como boa mãe que é, não tarda a reconhecer as virtudes do seu filho:

“Tenho um aluno do segundo ano do ensino médio em casa. Dono de um raciocínio lógico capaz de solucionar questões complexas de matemática, ele aprende com facilidade e demonstra aversão pelo atual sistema de ensino. [...] meu rebento reclama do pouco tempo reservado à sociologia, à filosofia e à literatura, e se ressente de um intercâmbio maior entre as disciplinas”.


Não duvido da capacidade do raciocínio do filho da Fernanda. Vislumbro até que seja um fã de Irving Copi e Wittgenstein. Mas há um problema que a Fernanda esquece e o Vladimir gosta de ignorar - para navegar nesses mares é preciso de um barquinho. E este barquinho chama-se educação básica. Ou seja, o aluno deve saber ler, escrever e, principalmente, interpretar. Sem isso, o aluno do ensino médio do Valdimir vai abrir um bocão de espanto quando ouvir falar de anomia social e modernização reflexiva. Vai achar que é de comer. E o filho da Fernanda é um privilegiado, exceção da exceção nessa sociedade brasileira. E outra, se ele tem tanta capacidade e é autodidata (como a autora afirma), o último sentimento seria um ressentimento pela falta de intercâmbio maior entre as disciplina. Hoje não há desculpa para não aprender com outras ferramentas - a internet está ai para provar – e não lhe falta recurso financeiro para o acesso aos livros, entregues em velocidade ímpar pela Amazon.

Tudo soa como uma hipocrisia, um fungo que assola muitos cérebros. Mas não o do filósofo Joel Pinheiro. Com a elegância que lhe é peculiar, ele descreve o óbvio ululante:

“A ideia de tirar Filosofia (e Sociologia) do currículo obrigatório faz todo o sentido. Em primeiro lugar por uma razão muito simples: nossos alunos não sabem ler. Segundo pesquisa do Inaf, 92% dos brasileiros não estão plenamente alfabetizados. Isso significa que não conseguem ler e entender um texto minimamente complexo. O mesmo vale para habilidade com números: poucos sabem calcular uma fração ou uma mísera taxa de juros; e vai todo mundo pro crediário. O Brasil tem falhas muito profundas em seu ensino básico, que se refletem, por exemplo, em nossos resultados pífios em exames internacionais, como o PISA, em que ficamos na posição 60 de 76 países participantes. Falhamos em passar para nossos jovens conteúdos elementares, essenciais para todo o resto. Com uma base sólida de leitura, escrita, matemática e pensamento lógico, sabendo formular argumentos e se expressar de maneira clara, a pessoa está capacitada para aprender qualquer outro conteúdo. Sem essa base, todo o resto fica comprometido. De que adianta discutir metafísica se o aluno não consegue seguir um texto argumentativo?”.


O link para o texto completo encontra-se ao final do post.

E agora me permito um outro palpite. Creio que no decorrer da vida do ser humano sejam poucos os que não se interessem pela filosofia. Ignorando a instrumentalidade que alcançou este ramo do conhecimento no último século, seus braços alcançam temas que boa parte das pessoas tem interesse: religião, Deus, moral, materialismo, transcendência, cosmos, física quântica, inclusive, etc. É dizer, a filosofia tromba e faz-se presente na vida da pessoa.


Enquanto esse choque não ocorre, vamos respeitar as escolhas de cada indivíduo com maturidade para o ato de escolher. O leviatã nos sufoca e na sua ânsia de tudo impor, torna tudo enfadonho.

Todavia, concordo com o Vladimir em um alerta seu:

“Eles [os alunos] poderão ter concentração de disciplinas em linguagens, matemática, ciências da natureza, humanas e ensino técnico. Até aí, nenhuma polêmica [como não?]. Há anos todos os realmente envolvidos com educação insistem que os alunos devem poder escolher disciplinas mais próximas de seus interesses [súbita mudança de discurso]. Mas, como o diabo mora nos detalhes, a questão é: as redes e escolas podem não oferecer aos alunos todas as opções de concentração. Ou seja, você dorme com a promessa de uma escolha mais diversa e acorda com a realidade de uma escola onde, por exemplo, a concentração de humanas não existe, onde o eixo de todos os esforços é o ensino técnico [...]”.


Teremos que ficar atentos para que o direito à escolha realmente exista. Seria um grande embuste defendermos toda a liberdade e, de repente, não existir modo de exercitar a escolha da matéria preferida durante o ensino médio.

O estudante não é obrigado a ter que estudar filosofia e sociologia se entender que não ajuda em sua formação. Mas, entendendo o contrário, haverá acesso ao saber? E, mais uma vez, lembrem-se de que a regra é a carência de recursos neste país.

E falando em carência, de onde virá tanto dinheiro para implantar todas essas ideias? O ônus recairá sobre os ‘responsáveis’ Estados e Municípios.

Vladimir e Fernanda não tardam em notar que o salário do professor da rede pública é um grande obstáculo à efetivação das propostas.  Também concordo nisso, mas simplesmente aumentá-lo resolve?


Fontes:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/vladimirsafatle/2016/09/1818065-a-falencia-do-ensino-brasileiro-nao-e-de-seus-professores.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/fernandatorres/2016/09/1818066-implantar-um-curriculo-espartano-atraves-de-uma-mp-esta-longe-do-ideal.shtml
http://spotniks.com/sou-formado-em-filosofia-e-acho-que-ela-deveria-sair-da-grade-obrigatoria-do-ensino-medio/